VOCÊ SABIA QUE EXISTE UM DIA PARA LIMPAR PRAIAS E RIOS???
domingo, 22 de setembro de 2024
Dia Municipal de Limpeza de Rios e Praias
quarta-feira, 4 de setembro de 2024
Questão de seriedade
Querendo ou
não, Belém tem uma legislação, que, se aplicada, não daria motivos de
reclamações da parte dos cidadãos. Somente quem não gosta de respeitar as leis,
se permite de dizer o contrário...transformando-se num antidemocrático.
O que vemos,
porém ? Não falamos do povo que as desrespeita, mas de quem governa que as ignora passando por cima como um trator, e dando assim um mau exemplo... Falamos de quem deve
aplica-las e as ignora... e de quem devia escutar as reclamações da cidadania
mas as considera sem fundamentos.
Relativamente a defesa, salvaguarda e
proteção do nosso patrimônio histórico é vergonhoso:
- ver carretas de até 30 pneus passeando pela Dr. Assis/Dr. Malcher, sem pensar na trepidação que ditos veiculos provocam na área tombada
- ouvir os decibéis
que desfiles como o do Auto do Cirio, ou
as Serestas e outras festas emitem em praças com igrejas tombadas, ou no entorno de escolas, hospitais....
A foto abaixo revela o mínimo de decibéis que ouvimos quando iniciam as
atividades em tais ocasiões.
- pensar que a batucada do Arraial do Pavulagem não cause danos ao Teatro da Paz...
- e as motocicleta com o "escapamento" modificado? ninguem nota esse abuso?
So um cego/surdo
que depois se transforma em mudo, cala e ignora os abusos que se fazem ignorando
as leis... e ninguem toma providências.
Temos ainda
que nos confrontar com órgãos que consideram as denúncias relativas a quanto
supra descrito “supostos crimes contra o patrimônio” além de provocar danos a pessoas com determinadas sensibilidades. Orgãos que, mesmo se
avisados com antecedência, não comparecem para verificar, o quê e como se
desenvolve um evento em áre pública, ficando assim impedidos de colher provas seguras. Se
arrogam porém o direito de duvidar das evidências e fazer suposições contrárias
a quanto realmente acontece.
Mais vergonhoso
ainda é ver como crescem os “arquivamentos de inquéritos” em orgãos públicos, por falta de tudo... inclusive de seriedade.
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