Poucos meses atrás, o Banco do Brasil colocou a disposição da CIVVIVA, seu belíssimo Ponto de Cultura recem inaugurado, situado na agencia da Doca de Souza Franco. Aproveitamos im ediatmente a oportunidade para falar de Belém do Pará, através de livros de escritores paraenses. Aprofundamos esse argumento pouco mais de um mes atrás, com esta nota https://laboratoriodemocraciaurbana.blogspot.com/2026/05/o-livro-da-civviva.html
Durante alguns sábados, a partir do passado mês de maio, nos
encontramos num evento chamado POROROCA DE LINGUAGENS ARTÍSTICAS OU CULTURAIS DA CIVVIVA, onde, através de Rodas de Conversas, com um público de amigos falávamos de nossos
livros. Nós, os autores.
A CIVVIVA usou seu livro, “CIDADE VELHA CIDADE VIVA”, fruto de uma interessante experiência feita
com a ajuda do amigo jornalista Oswaldo Coimbra. De fato, em maio de 2008 começamos a preparar a Oficina Escola de Escritores, iniciativa, essa, do nosso Laboratório de Democracia
Urbana, e, do Grupo de Memória e Interdisciplinaridade, da Faculdade de
Engenharia Civil, da UFPA. A oficina, ministrada pelo jornalista e escritor
Oswaldo Coimbra, pós-doutor pela USP em narrativas criadas com pesquisas
históricas, no campo do Jornalismo, tinha como objetivo um livro de resgate da
memória da Cidade Velha.
Quase vinte anos atrás, em pouco mais de 150 páginas, os “novos
escritores” escreveram sobre a Cidade Velha na:.
- atualidade;
- na memória e
- na história.
Os autores
Autografando o livro
Após a festa de lançamento, recebemos, entre outros, os parabéns do prof. de Tai Chi Chuan da CIVVIVA, Fernando Rabelo de Souza, dizendo: “ Sei que uma das lutas, sua e dos moradores da Cidade Velha, é fazer as autoridades e os próprios moradores olharem com mais cuidado para o bairro. Mas fazer isso escrevendo um livro (entre outras). Vocês de fato extrapolaram. Parabéns a você e a todos que contribuiram para a feitura do livro.” Isso nos deixou cheios de orgulho.
Hoje, vinte anos depois, vemos a importancia desse feito, por isso aceitamos a oferta do Banco do Brasil e o reapresentamos e, mais uma vez o amigo Coimbra nos vem em ajuda a demonstrar o quanto é belo, util e necessário, recordar.
Hoje podemos ler uma atualização aqui: https://ver-o-fato.com.br/a-cidade-velha-mas-viva-nas-lembrancas-dos-belenenses/ . São histórias, recordações de moradores que faz tempo estão longe daqui e o mérito de poder conhecer essas lembranças é do... padrinho da CIVVIVA, prof. Coimbra, que agradecemos, mais um vez.
Estas as obras a serem acrescentadas na nossa memória:
- Maria dos Gatos, Cheira Éter e Chupa Ovo
- O Espanhol, o Ioiô, a Arara e sua filha
- Maria dos Gatos, Cheira Éter e Chupa Ovo;
- “Seo” Firmo, “Seo” Chico e “Seo” Elias;
BOA LEITURA... no VER-O-FATO

Nenhum comentário:
Postar um comentário