segunda-feira, 29 de junho de 2026

O PADRINHO DA CIVVIVA

Poucos meses atrás, o Banco do Brasil colocou a disposição da CIVVIVA, seu belíssimo Ponto de Cultura recem inaugurado, situado na agencia da Doca de Souza Franco. Aproveitamos im ediatmente a oportunidade para falar de Belém do Pará, através de livros de escritores paraenses. Aprofundamos  esse argumento pouco mais de um mes atrás, com esta nota   https://laboratoriodemocraciaurbana.blogspot.com/2026/05/o-livro-da-civviva.html

Durante alguns sábados, a partir do passado mês de maio, nos encontramos  num evento chamado POROROCA DE LINGUAGENS ARTÍSTICAS  OU CULTURAIS DA CIVVIVA, onde, através de Rodas de Conversas,  com um público de amigos falávamos de nossos livros. Nós, os autores.

A CIVVIVA usou seu livro, “CIDADE VELHA CIDADE VIVA”,  fruto de uma interessante experiência feita com a ajuda do amigo jornalista Oswaldo Coimbra. De fato, em maio de 2008 começamos a preparar a Oficina Escola de Escritores, iniciativa, essa, do nosso Laboratório de Democracia Urbana, e, do Grupo de Memória e Interdisciplinaridade, da Faculdade de Engenharia Civil, da UFPA. A oficina, ministrada pelo jornalista e escritor Oswaldo Coimbra, pós-doutor pela USP em narrativas criadas com pesquisas históricas, no campo do Jornalismo, tinha como objetivo um livro de resgate da memória da Cidade Velha.

Quase vinte anos atrás, em pouco mais de 150 páginas, os “novos escritores” escreveram sobre a Cidade Velha na:.

- atualidade;

- na memória e

- na história. 






Os autores






Autografando o livro


Após a festa de lançamento, recebemos,  entre outros, os parabéns  do prof. de Tai Chi Chuan da CIVVIVA,  Fernando Rabelo de Souza, dizendo: “ Sei que uma das lutas, sua e dos moradores da Cidade Velha, é fazer as autoridades e os próprios moradores olharem com mais cuidado para o bairro. Mas fazer isso escrevendo um livro (entre outras). Vocês de fato extrapolaram. Parabéns a você e a todos que contribuiram para a feitura do livro.  Isso nos deixou cheios de orgulho.

Hoje, vinte anos depois, vemos a importancia desse feito, por isso aceitamos a oferta do Banco do Brasil e o reapresentamos e, mais uma vez o amigo Coimbra nos vem em  ajuda a demonstrar o quanto é belo, util e necessário, recordar.


Hoje podemos ler uma atualização aqui: https://ver-o-fato.com.br/a-cidade-velha-mas-viva-nas-lembrancas-dos-belenenses/ .  São histórias,  recordações de moradores que faz tempo estão longe daqui e o mérito de poder conhecer essas lembranças é  do... padrinho da CIVVIVA, prof. Coimbra, que agradecemos, mais um vez.

Estas as obras a serem acrescentadas na nossa memória: 

Maria dos Gatos, Cheira Éter e Chupa Ovo

O Espanhol, o Ioiô, a Arara e sua filha

Maria dos Gatos, Cheira Éter e Chupa Ovo;

Seo” Firmo, “Seo” Chico e “Seo” Elias;


                                      BOA  LEITURA... no  VER-O-FATO


Nenhum comentário:

Postar um comentário