terça-feira, 14 de julho de 2026

SEMELHANÇAS...

 

Um amigo brasileiro me mandou isso la de Portugal...
Encontrem alguma similaridade com o Brasil

Encontrem alguma similaridade com o Brasil.
PORTUGAL — Um país onde o povo vive distraído com futebol e festivais de verão.
Portugal tornou-se um curioso laboratório da distracção organizada. Há muito que deixou de ser um país governado pela razão para se converter numa vasta plateia onde os espectadores, entre um golo ao cair da tarde e um concerto ao cair da noite, aplaudem a própria decadência com uma alegria que faria corar os antigos bufões das cortes medievais.
Nunca houve tantos motivos para pensar; nunca se pensou tão pouco.
Enquanto o custo de vida sobe como uma hera venenosa pelas paredes das famílias, enquanto os jovens fazem das malas a mais sólida política de emprego nacional, enquanto os idosos sobrevivem com pensões que ofendem a dignidade humana, eis que a multidão, disciplinadamente anestesiada, discute com fervor sacerdotal se o novo avançado merece ou não vestir determinada camisola, ou se o cartaz de um festival justifica o preço obsceno do bilhete.
É uma nação admiravelmente domesticada.
Os romanos ofereciam pão e circo. Os modernos descobriram que o pão pode escassear, desde que o circo nunca termine. Hoje basta um campeonato, uma transferência milionária, um festival de verão, uma polémica televisiva ou um escândalo cuidadosamente embalado pelas redes sociais para que o cidadão esqueça que continua a pagar impostos escandinavos para receber serviços públicos que, tantas vezes, parecem inspirados nos países mais pobres do planeta.
O génio da manipulação não consiste em obrigar um povo a calar-se. Consiste em convencê-lo de que gritar por um penálti é mais urgente do que exigir justiça, competência e visão para o seu próprio país.
As praças onde outrora se discutiam ideias foram substituídas por bancadas onde se discutem árbitros.
Os cafés onde se falava de literatura, filosofia e política transformaram-se em extensões improvisadas dos programas desportivos, onde cada cliente acredita possuir mais sabedoria táctica do que qualquer treinador, embora desconheça quase tudo sobre o funcionamento do Estado que lhe governa a vida.
Há qualquer coisa de profundamente trágico nesta alegre superficialidade.
O português aprendeu a indignar-se durante noventa minutos. Depois regressa serenamente à sua resignação quotidiana, como um actor que, terminada a peça, aceita novamente o papel secundário que lhe foi atribuído pela realidade.
Poucos povos possuem uma capacidade tão extraordinária para transformar a indignação em entretenimento.
Reclamamos do preço da gasolina enquanto esperamos pacientemente horas para entrar num recinto onde gastaremos, numa única noite, o equivalente a vários dias de trabalho. Queixamo-nos da falta de dinheiro enquanto adquirimos prestações para telemóveis que substituímos antes de conhecer todas as suas funções. Protestamos contra a corrupção, mas elegemos repetidamente os mesmos protagonistas, como quem muda apenas o cenário de uma velha comédia cujo enredo já conhece de memória.
E depois admiramo-nos.
Admiramo-nos que a saúde definhe, que a justiça se arraste, que a educação perca autoridade, que a cultura sobreviva de esmolas institucionais e que a mediocridade ocupe, sem oposição, os lugares outrora reservados ao mérito.
Mas como poderia ser diferente?
Um povo permanentemente entretido dificilmente permanece permanentemente atento.
A atenção é o primeiro acto da liberdade. A distracção contínua é a primeira forma de servidão.
Os festivais sucedem-se como procissões modernas onde os novos santos se chamam celebridades, influenciadores e ídolos instantâneos. A música termina, as luzes apagam-se, o lixo permanece, e também permanece a pobreza estrutural, a desertificação do interior, a fuga dos mais qualificados, a burocracia sufocante e a lenta erosão da esperança.
Contudo, chega o próximo verão.
E com ele regressa a promessa de felicidade comprada em pulseiras coloridas, copos reutilizáveis e fotografias destinadas a convencer o mundo de uma alegria que, muitas vezes, não sobrevive ao silêncio da manhã seguinte.
Entretanto, os verdadeiros problemas continuam sentados à porta de casa, pacientes como credores antigos, aguardando apenas que termine a música.
Talvez o maior triunfo dos nossos tempos não seja governar um povo.
É conseguir que esse povo confunda entretenimento com felicidade, consumo com realização, popularidade com grandeza e ruído com liberdade.
Quando isso acontece, já não são necessárias correntes.
Os próprios acorrentados passam a defendê-las. A querer utilizá-las com vaidade.
E então Portugal deixa de ser apenas um território.
Transforma-se numa magnífica metáfora de uma civilização que aprendeu a celebrar incessantemente... precisamente no momento em que deveria começar, finalmente, a pensar.

António Manuel Palhinha

quinta-feira, 9 de julho de 2026

SAUDADES DO MOSQUEIRO

 O meu primeiro Natal e Ano Novo foi em 1943...na praia do Farol, no Mosqueiro. Os outros, até 1969, foram no Chapéu Virado, numa casa linda  feita por um engenheiro austriaco, bem em frente a praia, onde  uma"lambreta ", de extremo mau gosto foi autorizada, depois da derrubada da ditadura, tirando a vista do rio e o sossego de quem morava no entorno.  

Essas lembranças, começam com a praia do Chapeu Virado, com seus tres coqueiros, que duraram até o inicio dos anos 60.




Com a maré baixa, se viam as pedras nessa parte da praia.
As fotos abaixo, não são minhas e algumas são anteriores aos anos 70, como a da chegada do navio 
e a foto com os coqueiros; depois, com a inauguração da ponte, temos onde se pagava o pedágio e o local de onde saiam os onibus, na pracinha  do porto.

    O velho  trapiche O navio usado antes da chegada do Pres. Vargas, bem mais  moderno 







Este  trampolim na praia do Chapeu Virado durou até os inicio dos anos 60




O CARRAMANCHÃO em frente ao hotel da praça do CHAPEU VIRADO, 



...do lado  do hotel





1907 -Carnaval na praça 
da Matriz




Praia  grande



      Praia Porto Artur







Praia de S.Francisco











Por do sol na praia do Farol





Hotel do Farol dezembro 2025


     ILHA DOS AMORES,  agora tem esse murinho de acesso com a maré cheia.





sexta-feira, 3 de julho de 2026

1494 – 1750 - 2026

 

KKKKKK, A DISTANCIA DE MAIS DE 500 ANOS VAMOS TRAZER A TONA O PROBLEMA CRIADO PELO TRATADO DE TORDESILHAS  EM 1494 E NÃO RESOLVIDO EM 1750 COM O DE MADRI...

SOCORRRO, SERÁ QUE VAMOS CONFIRMAR, AGORA, DURANTE A COPA DE FUTEBOL,  DE QUEM É O GRÃO PARÁ...???

É nessa história que LANDI entrou de gaiato, como desenhador de mapas,  fazendo parte  da expedição conhecida como  Primeira Comissão Demarcadora de Limites que partiu de Belém no dia 2 de outubro de 1754 para Mariuá, e nada resolveu.

Tudo começou, sem querer, quando Belém foi fundada em 1616 , período em que Portugal, sem herdeiros com a morte de D. Sebastião, tinha se unido a Espanha formando a União Ibérica.

Nessa época a Espanha seria, segundo o Tratado de Tordesilhas, a “dona” daquela parte do Brasil onde se encontrava a Amazonia. Corriam vozes, porém que, em torno a 1600,  franceses, ingleses e holandeses estavam ocupando o norte do Brasil onde se encontrava essa área. Decidem assim de fundar uma cidade em algum lugar, logo na entrada  dos afluentes do Amazonas, por onde deveriam passar  os navios dos invasores que entravam aqui,  pelo oceano Atlantico. Seria uma cidade "sentinela"...

Assim parte de S. Luiz do Maranhão  um grupo de portugueses guiados  pelo capitão português Francisco Caldeira Castelo Branco e fundam Belém em 12 de janeiro de 1616. (A esse respeito, tem no IHGP  uma revista do ano de fundação desse Instituto que coloca em discussão essa data. De fato alí contam que, na verdade, eles chegaram em Icoaracy e que, Pedro Teixeira, no dia seguinte, pegou uns índios e uma barca e foi dar uma volta no  entorno chegando até onde hoje temos o Ver-o Peso, avistando uma colina que lhe pareceu mais idônea que aquela descoberta no dia anterior... O certo é que a revista conta que se mudaram imediatamente para o local do atual Forte Castelo, mudando de uns dez dia a data da nova descoberta.)

Mas sim, voltando ao Landi... Em 1640  Portugal volta a ser um reino e ninguém pensou em expulsar os portugueses daquelas terras...espanholas. Até que um dia a Espanha escreve ao Papa  pedindo a aplicação do tratado de 1494... dai nasce o tratado de Madri e consequentemente o proposto encontro de duas comissões, uma de cada país, para se encontrarem em Mariuá, hoje Barcelos, para discutirem onde começa o limite, ou seja, a fronteira entre as terras descobertas por Portugal e Espanha.

De repente Landi se encontra no meio dessa história e chega em Belém, com o resto da comissão portuguesa e ficam esperando o dia da partida para perto do Perú. Partem em fim de Belém no dia 2 de outubro de 1754 em direção a Mariuá... mas so chegaram em dezembro a causa, não das chuvas, mas,  dos despeitos feitos pelos padres (de origem espanhola) quando a comissão parava para pegar as provistas pedidas, antecipadamente, às missões situadas ao longo do rio Amazonas...

Mesmo atrasados, chegaram a Mariuá e  ficaram esperando, por bem dois anos, a comissão espanhola que nunca chegou; nem mais tarde, em meados de  1790, quando outra comissão foi enviada, com Landi presente, mas como adoeceu, teve que voltar para Belém, onde  morre pouco depois.

O problema não foi do mesmo jeito resolvido entre essas comissões assim o Papa decretou  a demarcação de fronteiras, respeitando o princípio do " Uti Possidetis", e isso, por mérito de Pedro Teixeira, o primeiro a colocar os pés na fronteira com o Perù, em uma viagem sucessiva que fez: e  a Amazonia virou nossa... por ter sido ele o primeiro a colocar os "pés" por  até aquelas bandas...!!!!  falando claro.

https://www.instagram.com/reel/DTX-sXJEfjx/

kkkkkkkkkkkkk Em poucas e simples palavras, contei como viramos portugueses, naquela época... assim, espero que Portugal, estes dias,  faça uma bela figura, nesse encontro, tardivo, com a Espanha.



segunda-feira, 29 de junho de 2026

O PADRINHO DA CIVVIVA

Poucos meses atrás, o Banco do Brasil colocou a disposição da CIVVIVA, seu belíssimo Ponto de Cultura recem inaugurado, situado na agencia da Doca de Souza Franco. Aproveitamos im ediatmente a oportunidade para falar de Belém do Pará, através de livros de escritores paraenses. Aprofundamos  esse argumento pouco mais de um mes atrás, com esta nota   https://laboratoriodemocraciaurbana.blogspot.com/2026/05/o-livro-da-civviva.html

Durante alguns sábados, a partir do passado mês de maio, nos encontramos  num evento chamado POROROCA DE LINGUAGENS ARTÍSTICAS  OU CULTURAIS DA CIVVIVA, onde, através de Rodas de Conversas,  com um público de amigos falávamos de nossos livros. Nós, os autores.

A CIVVIVA usou seu livro, “CIDADE VELHA CIDADE VIVA”,  fruto de uma interessante experiência feita com a ajuda do amigo jornalista Oswaldo Coimbra. De fato, em maio de 2008 começamos a preparar a Oficina Escola de Escritores, iniciativa, essa, do nosso Laboratório de Democracia Urbana, e, do Grupo de Memória e Interdisciplinaridade, da Faculdade de Engenharia Civil, da UFPA. A oficina, ministrada pelo jornalista e escritor Oswaldo Coimbra, pós-doutor pela USP em narrativas criadas com pesquisas históricas, no campo do Jornalismo, tinha como objetivo um livro de resgate da memória da Cidade Velha.

Quase vinte anos atrás, em pouco mais de 150 páginas, os “novos escritores” escreveram sobre a Cidade Velha na:.

- atualidade;

- na memória e

- na história. 






Os autores






Autografando o livro


Após a festa de lançamento, recebemos,  entre outros, os parabéns  do prof. de Tai Chi Chuan da CIVVIVA,  Fernando Rabelo de Souza, dizendo: “ Sei que uma das lutas, sua e dos moradores da Cidade Velha, é fazer as autoridades e os próprios moradores olharem com mais cuidado para o bairro. Mas fazer isso escrevendo um livro (entre outras). Vocês de fato extrapolaram. Parabéns a você e a todos que contribuiram para a feitura do livro.  Isso nos deixou cheios de orgulho.

Hoje, vinte anos depois, vemos a importancia desse feito, por isso aceitamos a oferta do Banco do Brasil e o reapresentamos e, mais uma vez o amigo Coimbra nos vem em  ajuda a demonstrar o quanto é belo, util e necessário, recordar.


Hoje podemos ler uma atualização aqui: https://ver-o-fato.com.br/a-cidade-velha-mas-viva-nas-lembrancas-dos-belenenses/ .  São histórias,  recordações de moradores que faz tempo estão longe daqui e o mérito de poder conhecer essas lembranças é  do... padrinho da CIVVIVA, prof. Coimbra, que agradecemos, mais um vez.

Estas as obras a serem acrescentadas na nossa memória: 

Maria dos Gatos, Cheira Éter e Chupa Ovo

O Espanhol, o Ioiô, a Arara e sua filha

Maria dos Gatos, Cheira Éter e Chupa Ovo;

Seo” Firmo, “Seo” Chico e “Seo” Elias;


                                      BOA  LEITURA... no  VER-O-FATO


segunda-feira, 22 de junho de 2026

INDULGÊNCIA PLENARIA...

 

 ...  O CIRIO VEM AI.

...é algo que a igreja católica não usa mais, como antigamente. Descobri porém, algo que tem a ver com o nosso Cirio,  escrita uns 120 anos atrás e pefeitamente válido, ainda: ninguem abrogou esse ato...

Estava procurando algo diferente quando num livro escrito por meu irmão Carlos Rocque, descobri essa noticia, sobre uma Indulgencia que, se nota, bem poucos  conhecem. Esse é o problema de base de determinados comportamentos: a ignorância . 

Parei para pensar em duas coisas:

- como a intelectualidade paraense tratava meu irmão quando começou a escrever livros. Não li isso aí em algum livro ou panfleto escrito por aqueles que denigraram meu irmão Carlos Rocque, quando, sem algum título universitário, nos anos 60,  ousou escrever e publicar a “GRANDE ENCICLOPÉDIA DA AMAZONIA”. 


- como algumas pessoas inclusive religiosos, tentando me desmoralizar,  julgaram o fato de eu ter sido homenageada com uma INDULGENCIA  em 2004, por ter feito o  Círio em Bolonha, na Itália e  por defender o patrimônio que Landi nos deixou, igrejas principalmente, mesmo sem ser arquiteta, nem religiosa...  O Papa permitia isso  desde 1906.


Não li o que o Papa decidiu, em algum livro ou panfleto escrito por aqueles que criticavam  a audácia do meu irmão Carlos Rocque, quando, apesar  da inveja de quem tinha título universitário, continuou suas pesquisas sobre a Amazonia. Trata-se de um ato público que ele cita no seu livro sobre A HISTÓRIA DO CÍRIO E DA FESTA DE NAZARÉ. Nas paginas 52 e 54 encontrei noticias interessantissimas. Tinha Indulgencia até aqueles que acompanhavam o Cirio, descalços. 


O Papa Pio X em data 9 de maio
  de 1906 criou uma INDULGENCIA PLENARIA “para o fiel que em qualquer dia de novenário, confessasse, comungasse e orasse pelas necessidades da Igreja Católica.”


Pois é. Depois do Cirio que fiz em Bolonha, ganhei uma Indulgencia... e aqui riam quando amostrava... daí decidi não falar mais nesse argumento.

Os anos passaram mas aquele modo de julgar o próximo como se fossem donos do mundo e da verdade, não mudou em Belém. Encontramos pessoas ou "grupinhos" delas, que julgam o próximo através das próprias intenções ou seus maus costumes. Não são apenas "tagarelices" que fazem essas "criccas" que se expandiram em Belém.

A palavra CRICCA  tem um sentido pejorativo, em italiano. Pode ser traduzida para o português como: Panelinha, Camarilha, Gangue, Bando, ou mesmo Turma ou grupo de amigos. Muitas vezes trata de grupo de pessoas com interesses em comum, que, infelizmente ainda sobrevivem, mesquinhamente, sem coragem de se confrontar abertamente com os outros, apesar das normas vigentes. 

 Esse comportamento saiu da Universidade e se espalhou por órgãos públicos, e até em organizações religiosas, onde pessoas sem algum critério ou ... sem lei, abusam do ambiente onde trabalham e que entraram, muitas vezes  sem alguma verificação de competência,  causando danos até a credibilidade do  aparato público.  Esse comportamento, nada lícito, causa danos à cidadania, e é incomensurável.

Confronto leal com o próximo, nem sonhando... julgar as intenções, pior ainda.

É COMPLEXO DE QUE: INFERIORIDADE? ou medo de ser reconhecido como  incompetente, se confrontado com alguem... com diploma ou experiências diferentes e bem mais concretas?


quinta-feira, 4 de junho de 2026

EXSEURB E COMPANHIA...

LEMOS POUCOS ANOS ATRAS (09/12/21) QUE: 

"A Coordenação de Organização Pública, vinculada à Secretaria Municipal de Urbanismo (Seurb), é o órgão responsável pela fiscalização do cumprimento do Código de Posturas do Município, compondo o sistema municipal de segurança pública. Formado por um núcleo de inteligência e equipes externas de ação, a coordenação montou uma força tarefa para este mês de dezembro.

Nós fazemos parte da operação “Tolerância Zero”, que é uma ação integrada por todos os órgãos de segurança paraense, visando coibir o já tradicional aumento de casos de delitos, crimes e violência no final do ano”, explica o coordenador da Organização Pública, Rafael Braga. "

Será que a operação "tolerância zero" foi desmobilizada? Ou a área tombada não entra nesse tipo de coordenação? Falamos principalmente da poluição sonora, que é também um abuso a ser levado em consideração.

Apesar do que estabelece o  art.81 do Código de Postura, continuamos a assistir eventos rumorosos em frente a igrejas tombadas na Cidade Velha, além de locais que tocam música o dia inteiro,  mesmo dentro dos decibeis do CONAMA, que não constam, porém, de nenhuma autorização.

Não sabemos se estas normas foram abolidas, mas com certeza muitos a ignoram... a quem devemos recorrer? https://laboratoriodemocraciaurbana.blogspot.com/2017/08/a-proposito-de-bares-restaurantese.html.

Com a troca de governo municipal, ultimamente, não sabemos se o sr. Rafael  Braga ainda segue essa coordenação, o certo é que, com certeza, nem todas as leis foram modificadas, principalmente o CÓDIGO DE POSTURA.

Outra duvida é relativa a formação dos funcionários: quantos são formados em Direito? Os absurdos que vemos acontecer no momento de aplicação das leis são preocupantes.  Conhecer bem, também, o sentido das palavras, é  outro fato que sentimos falta.... e vemos os resultados.

Será que quando organizam essas ações, se confrontam também com os moradores? com a CIVVIVA isso não acontece ha anos....e foi  Reconhecida de Utilidade Pública para o Município de Belém, a Associação Cidade Velha - Cidade Viva - CIVVIVA LEI Nº 9368 DE 23 DE ABRIL DE 2018. 

Tal titulo nem é obrigatório para sermos convocados segundo o art. 2 inciso II do Estatuto da Cidade, no momento de formulação, execução e acompanhamento de planos, programas e projetos de desenvolvimento urbano, mas mesmo assim, nos ignoram.

Quais outros orgãos fazem parte do sistema municipal de segurança pública? A SEINFRA, a SEMMA, o DPA, a DEMAPA  não devem  aplicar essas normas? Vemos que alguns orgãos, ignoram, ao menos até 2 meses atras,   a declaração de inconstitucionalidade em 2023 da lei que, no ano 2000, aumentou para 60/70 os decibeis de competência do CONAMA. Voltaram a ser 50/55dcb, mas... os 70 dcb abolidos, continuam a serem aplicados. POR QUE?

A QUEM CONVÉM ESSA FALTA DE CONTROLE?



terça-feira, 2 de junho de 2026

CALÇADA DA ALEPA

...PARA QUEM ENTENDE DE DIREITO. 

Depois de uma reclamação sobre a calçada da trav.Felix Rocque, que há anos a ALEPA está consertando, recebemos HOJE, a comunicação abaixo do MPF, datada 29 de abril 2026...


 O CIDADÃO VAI CONTINUAR A  ANDAR PELO MEIO DA RUA, PORQUE A CALÇADA, SUBMETIDA A APRECIAÇÃO DO IPHAN E,  SEM PEDRAS  DE LIÓS ,  ESTÁ´OCUPADA POR...POSTES.